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CUJUBIM: Justiça condena homem por atirar em jovem dentro de boate em Cujubim

Postado Dia junho 1st, 2022
A sessão do Júri foi presidida pela Juíza de Direito da 1ª Vara Criminal de Ariquemes, Larissa Pinho de Alencar Lima.
Justiça condena homem por atirar em jovem dentro de boate em Cujubim
A Justiça de Rondônia condenou nesta quarta-feira (01), em sessão do Tribunal do Júri em Ariquemes, um homem acusado de matar um jovem a tiro em Cujubim. Crime aconteceu em 2018 em uma boate da cidade, vítima foi levada ao hospital, mas morreu 26 dias depois.
De acordo com a sentença de pronuncia, Jonatan Gonzaga Santos foi denunciado pelo Ministério Público pelo crime de homicídio qualificado contra Diego Guimarães Santos. Vítima foi baleada durante a madrugada do dia 4 de janeiro de 2018 em uma Boate Balada Pub, em Cujubim. Diego chegou a ser socorrido ao hospital, mas morreu 26 dias depois após complicações provocadas pelo ataque.Para o Ministério Público, o crime foi praticado por motivo fútil, após um desentendimento dentro da boate. O MP aponta que a vítima não teve a oportunidade de defesa, pois foi atacada de surpresa com o disparo de arma de fogo.

A sessão do Júri foi presidida pela Juíza de Direito da 1ª Vara Criminal de Ariquemes, Larissa Pinho de Alencar Lima.

SENTENÇA

O réu foi condenado a uma pena base de 18 anos de reclusão, sem agravantes, o réu teve uma redução de um sexto da pena, sendo condenado em definitivo a 12 anos e 6 meses de prisão em regime fechado.

– O réu não registra antecedentes, conforme certidão circunstanciada criminal. Inexistem nos autos elementos coletados que permitam aquilatar a sua conduta social e a sua personalidade. O motivo do crime já é punido pela própria tipicidade e previsão do delito, de acordo com a objetividade jurídica do crime praticado – citou a magistrada ao condenar o réu.

Trauma à família da vítima

A magistrada também enunciou em sua sentença os efeitos negativos que foram provocadas na família da vítima após o seu assassinato;

– O crime produziu diversas consequências negativas: o pai da vítima desenvolveu depressão; o filho da vítima tinha apenas sete meses de idade à época dos fatos e hoje chora pedindo pelo pai. Dessa forma, evidente que esta circunstância merece maior reprovação, razão pela qual deve ser valorada negativamente – pontuou.

 

FONTE: Jornal Rondoniavip

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